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COPA DO MUNDO FABRICA NOTÍCIA, MESMO
Na última terça-feira, dia 27 de junho, um homem foi morto com quatro tiros durante a comemoração da vitória da Seleção Brasileira de Futebol, em plena Praça Milton Campos, em Betim. O suspeito fugiu, enquanto o mroto - no caso, um traficante conhecido em toda a cidade e região - estava deitado no chão da calçada.
Milhares de jovens da cidade se reuniam num espaço público, e como tal, repleto de adversidades e posturas nadas respeitosas, diga-se de passagem.
Se já não valesse pela simples baderna institucional de nosso país, nós, brasileiros, misturamos sentimentos e intenções da maneira mais inadequada possível. Ouve-se gritos e cenas dantescas que envergonhariam o mais avançado dos holandeses, e olha que eles são avançadinhos demais.
Betim não é um exemplo de organização, nunca foi. Mas se em uma cidade onde as opções de lazer são mínimas, imagina em grandes pólos culturais? Ou será que exatamente por este motivo a cidade está passando por esta ressaca moral esta semana?
Do ponto de vista jornalístico esta Copa produz mais assunto que a Guerra do Golfo. Exagero à parte, é inegável que desde bolha no pé de um jogador, até a morte de um humorista conhecido e respeitado no país, houve de tudo para se falar. E se Ronaldo der um espirro agora, o Tino Marcos vai estar ao lado dele narrando a notícia como se fosse um assunto importante para todo o Globo. Sem contar que Fátima Bernardes vai apresentar a matéria, Galvão Bueno vai comentar e Pedro Bial, com sua rotineira crônica - Boas, muito boas.

Enfim, a Copa do Mundo traz notícia como a Presidência escândalo - Todas elas, de todos os partidos, sem exceção.
França vem ai. Zidane vai aposentar e o Ronaldinho Gaúcho namora uma francesa com cara de dançarina de boate...
ENFIM, ÉO FIM!
ps: CALMA, A COPA AINDA NÃO ACABOU!
Escrito por Marcinho às 13h48
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PCC X São Paulo
Vamos ao que interessa: Estão matando as pessoas no Estado de São Paulo e o governo daquele estado sabia que isso iria acontecer.

É no mínimo absurdo que algo de tamanha seriedade aconteça. Nem todo mundo é fã de sangue e confusão. Nem todos os jornalistas do país estão batendo palmas pelas inúmeras pautas que estão pipocando nas redações por conta da iniciativa insana do Primeiro Comando da Capital (PCC) em matar policiais militares e civis, além de dar uma passadinha no Corpo de Bombeiros e matar mais um, só para horrorizar a opinião pública.
Se eu falar que é revoltante vou “chover no telhado”. Estarrecedor ligar a TV ou acessar a internet e saber que mais gente foi morta durante a madrugada. Só na noite desta segunda, e madrugada de terça, foram 19 suspeitos mortos em confrontos com a polícia paulista. A população está com medo, revoltada e o pior, enclausurada.
O Governador paulista, Claúdio Lembo, que assumiu o governo após o licenciamento do Geraldo Alckmin que é pré-candidato à Presidência, não quer de jeito algum receber a ajuda do Governo Federal. Enquanto a São Paulo está em guerra civil, os governantes brasileiros, em guerra política. No mínimo frustrante.
Não há como culpar este ou aquele governo atual. O problema é histórico, e tem muito mais envolvidos que podemos imaginar. O PCC foi criado em 1993 na Casa de Custódia de Taubaté, Vale do Paraíba, interior de São Paulo.
Além disso, nunca se entendeu tão bem o significado da expressão “crime organizado”. Em poucas horas, dezenas de rebeliões aconteceram, quase simultaneamente, sem contar as explosões, queima de ônibus, tiroteios e afins. E põe afins nisso.
O último balanço da Secretaria de Segurança Pública, feito na noite da última segunda-feira, dia 15 de maio, indica que em três dias foram feitos foram feitos 184 ataques do crime organizado em todo estado, com 85 ônibus incendiados (56 deles na capital). Entre oito a treze agências bancárias foram metralhadas ou atacadas por bombas caseiras.
Não adianta negar: é um problema nacional, historicamente ligado à falta de comprometimento dos governantes, uma enorme exclusão social e um pouco de comodismo da população – Até porque a maconha que se fuma para relaxar passa pelas mãos destes mesmos traficantes, ou alguém acredita que ela chega a suas mãos através do sedex 10 dos Correios?!
São Paulo em guerra civil, só faltava essa...
Escrito por Marcinho às 11h11
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Evo Morales – “Mui amigo”
O primeiro índio a chegar à Presidência de um país Sulamericano, Evo Morales, parece que não está muito interessado em manter boas relações diplomáticas entre seu país, Bolívia, como o nosso, Brasil. O que pode acontecer então com a gente, sobretudo com a "auto-suficiente" Petrobras, com a nacionalização do gás e do petróleo bolivianos? Simples: Preju à vista! A multinacional investiu naquele país, cerca de 1 bilhão de dólares.

Foram 20 empresas de exploração de petróleo prejudicadas com essa decisão do nosso país vizinho. Bilhões de dólares investidos em um gasoduto que abastece 75% do gás natural consumido em São Paulo – O que é muita coisa em se tratando da capital paulista – e 100% do que é consumido em toda a região sul: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Evo Morales não é nada amigo, muito menos “hermano”. Populista convicto, ele teve a boa intenção de nacionalizar um recurso próprio, ótimo. Também pensamos assim, imagina privatizar a Petrobrás? Mas ele terá que pagar valores astronômicos gastos pela Petrobras, e eles não possuem esse dinheiro - segundo os estudiosos em política internacional que deram entrevistas recentes – Ou seja, calote à vista!
A Bolívia tem um mísero PIB que chega perto do que possui APENAS a cidade de São Paulo. Como pagar o que deve as empresas de exploração de Petróleo que estão em seu país? Na manifestação de apoio a sua decisão, bolivianos em La Paz mascavam folha de coca (Lá eles comem?), e enquanto isso, nada foi feito por conta da expulsão da empresa brasileira de siderurgia, EBX, que empregava 6 mil bolivianos.
Até hoje, o investimento estrangeiro no setor de energia da Bolívia chega a cerca de US$ 3,5 bilhões.
. Estas novas decisões, e polêmicas, enfraquecem a unidade Sulamericana, atrapalham a suposta liderança brasileira no continente, e podem causar ainda mais transtornos políticos ao Brasil – Pois bem: Evo Morales, Hugo Chavez e Fidel Castro são a prova viva que ainda existe autoritarismo, e de certa forma, atitudes extremas que beiram o absurdo. Não acredito nesta maneira de governar, e acho que ninguém acredita. Se o Lula não resolve, Morales me causa insônia.
Escrito por Marcinho às 11h57
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O doce veneno da “Surfistinha”.
Bruna Surfistinha, que na verdade se chama Raquel Pacheco, é a mais famosa garota de programa da atualidade. A jovem conseguiu chegar mais longe (e muito mais longe) do que sonhava chegar quando decidiu ser uma, digamos, puta de luxo. Contrariando todas as expectativas mais pessimistas das colegas de “vida fácil”, a nem tão fácil vida de Raquel Pacheco, 21 anos, se tornou blog (Como esse aqui), livro (Doce veneno do escorpião), ou melhor, best seller, provavelmente um filme estrelado pela cultuada Mel Lisboa (Ela é a mais cotada para o papel, será porque fez algo parecido quando interpretou Anita?), e por fim, uma matéria no The New York Times, sim, o mais importante jornal do mundo.

Quem escreveu a matéria foi o polêmico Larry Rother, o mesmo que há alguns anos atrás fez a tal reportagem polêmica, para o mesmo jornal, que sugeria que o Lula era um cachaceiro - objetivamente falando. O fato que a personagem em questão, agora, é uma filha adotiva de uma família de classe média paulista, que em crise existencial resolveu quebrar paradigmas e se tornar uma prostituta. Ela não é uma santa, e como ela, muitas jovens brasileiras, na fase crítica de suas vidas, seja na adolescência ou logo após a esta, fazem o mesmo, mas nem todas decidem seguir pelo mesmo caminho que nossa “Surfistinha”.
A matéria do “The New York Times” deixa claro o empate da sociedade: de um lado o desejo de transgressão sexual e do outro, um severo moralismo. Ora, nada mais normal. A sociedade brasileira é sim, uma mistura de extremos. De um lado ao outro, as pessoas pensam e agem de maneiras contraditórias. O fascínio pelas prostitutas vai além do que o “New York Times” possa imaginar. Desde os tempos de Dona Beija, uma cortesã que se tornou mito nas Minas Gerais, passando por Hilda Furacão, célebre personagem da literatura do século passado que ainda hoje desperta o interesse das pessoas em saber se existiu ou não, na vida real. Nós estamos acostumados a nos interessar pelas “putas” e fazemos disso, debates acalorados, muitas vezes, sobre a moralidade existente em nós, contrapondo-a com a nossa necessidade de extrapolar barreiras no que diz respeito a nossa “liberdade de expressão”.
Bruna Surfistinha é só mais uma personagem brasileira que faz sucesso dentro desse universo repleto de “mitos” modernos. Ela criou em si, um ambiente de fantasia sexual, liberdade de expressão, sensualidade e ousadia, nada mais que isso. Isso pára por aqui. Mas a Raquel Pacheco é apenas mais uma garota “esperta” que aproveitou seus 15 minutos de fama. Não acredito que tenha algo a mais para dizer, e sinceramente, não agüento mais ela falar do namorado que conheceu, “enquanto cliente”, e que se apaixonou pelo papo que tiveram ao longo dos nove encontros que tiveram até assumirem o romance.
Enfim, acredito que não há mais o que se inventar. Bruna Surfistinha não é exemplo de escritora bem sucedida, não é uma garota que mereça mais do que uma ou duas perguntas em um programa (sério) de TV e, portanto, precisa decidir que caminho quer seguir, e nós, pessoas comuns, ter discernimento para não embarcar em mais este exemplo negativo de como “se dar bem na vida”.
É a minha opinião.
Escrito por Marcinho às 10h48
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Porque eu não gosto da Suzane Richthofen ?
Pode parecer óbvio pelo simples fato dela ter “ajudado” a matar os pais, mas não é só por isso. A cada dia ficamos sabendo de outras “Suzanes” que surgem por ai aos montes. Parece que virou moda esquartejar os pais por conta de alguma negativa destes com relação aos objetivos dos filhos.

Fato ou azar, o que mais intriga é saber que aquilo ali, tem sim, uma parcela de culpa dos pais . Ora, se não fosse pela educação permissiva que deram à filha loirinha - sem graça, talvez isso tudo não tivesse acontecido. Eu disse talvez.
O namoradinho dela, o tal Cravinhos, de interessante não tem nada. Feio, sem graça e vamos e venhamos, há muitos rapazes mais interessantes em São Paulo que aquele dublê de “Zé Pequeno” paulistano. Mas ela o namorou, e com ele, arquitetou tamanha façanha "mega-mórbida urbana" (Que expressão é essa, Márcio?).
Acreditar que Suzane é ruim por uma questão biológica, não é resposta para às atrocidades que cometeu desde que se tornou personagem conhecida em todo o Brasil. Aquele episódio da entrevista para o Fantástico, foi no mínimo, mais uma prova que há algo de errado no reino encantado do Brasil. Já me basta saber que a CPI terminou em porra nenhuma. Então vem mais essa da Suzane e seu sorriso torto-amarelo que me assusta, ao mesmo tempo em que me ofende, finge aquilo tudo, e ainda por cima, as pessoas criticam o programa por ter exibido a entrevista? faça-me o favor!
Mas se fosse só ela...

Gil Rugai (foto), o publicitário, também paulista, que é acusado de matar o pai e a madrasta, teria feito porque o pai descobriu que o filho, que trabalhava com ele, havia usado alguns milhares de reais em seu próprio favorecimento, sem o consentimento do pai. É assustador, cada vez mais é comum saber de filhos de classes sociais privilegiadas que fazem coisas deste tipo.
A Hebe Camargo gritou ferozmente em seu programa semanal palavras “doces” chamando a Hickthofen de bandida, assassina. Não que eu acredite que a Hebe esteja certa ou errada, mas o País ainda se surpreende com casos como este, em que a nossa justiça cega, surda e muda, solta a Suzane e em que juízes também se envolvem em corrupção. Lembra do “Lalau”?
Triste fim para Suzane Richthofen, menina rica e bem criada que como seu nome esquisito, tem atitudes muito mais esquisitas e igualmente assustadoras.
O que seria, então, o casamento dela com o Gil Rugai, aquele publicitário?
Deus me livre, tomara que eles não se conheçam...
E por falar em casal, Carla Perez e Xanddy reataram... (risos)
Escrito por Marcinho às 13h26
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Até a Sandy está de saco cheio
O mundo todo está meio louco. Em ano de Copa do Mundo, agora é a vez do Irã ser bombardeado. Imagina só, eles enriquecem urânio, e o Bush fica estressado?! Daqui a pouco ele vai ficar nervoso, nós poluímos o Rio Amazonas, e ele ameaça nos bombardear.
Se bem que ele nem ta muito ligado só no rio em questão, não. Vai saber se ele já não está de olho na Amazônia, se o Sting ficou, por que ele não iria ficar?
É uma confusão. E o Ronaldo (Ex-fenômeno) vai jogar bola na Alemanha, o Jack Johnson tocou no Japão (Depois de arrasar no Rio e em São Paulo, e depois de responder ao Luciano Huck e um monte de meninos da Rocinha RJ) e o Lula vive viajando (Nos dois sentidos: literal e metafórico).
O mundo é uma loucura mesmo. E o Brasil ouviu a Sandy dizer no Fantástico que não é mais santinha, que está de saco cheio de ser chamada assim... pintou e cortou os cabelos, fez tatuagem na nuca (Sim, a Sandy fez tatuagem em homenagem ao namorado sem sal dela, aquele da Família Lima).
O que tem a ver a Sandy falar isso? Ela e o irmão gravaram um novo CD. Confesso, já ouvi a nova música, diferente das demais, mas nada muito Black east Peace (A tradução de My Hump’s é no mínimo tosca). Mas assim vai levando a nossa queridinha mimadinha e santinha, Sandy (Ops, ela não é mais santa).
O Brasil vai reeleger Lula (Tomara que não – mas também, são opções tão ruins este ano – como sempre, né?) O Ronaldo vai jogar muito, e falar muito mais depois (besteiras, claro) e o Bush vai cismar com o Irã. Vai bombardear o país, acabar com a vida daquelas pessoas e depois, vai falar que salvou a democracia daquele país.
Depois que isso tudo acontecer, a Sandy vai falar que não é mais “Sandy” e que agora faz a linha Wanessa Camargo. Só falta rolar uma inversão de papeis. Imagina a Wanessa Camargo cantando com o padre Marcelo?
Escrito por Marcinho às 10h30
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A sensação do dever cumprido
O mundo está em total expectativa: Copa do Mundo na Alemanha.
Um monte de gente vestida com as cores do Brasil. Que bacana né? Detalhe meu primeiro porre foi quando o Brasil ganhou da Itália em 1994, ainda morava em Jacarepaguá. Tenho apenas duas lembranças deste dia: a primeira é que dancei pagode (Eu detesto pagode) e a segunda, e última, refere-se a um indivíduo que passou por nós gritando: É Treta! É treta!
Sim, ele estava falando errado aos quatro cantos da festa, nem se importando em fazer com que metade das pessoas morresse de rir, já a outra metade nem deve ter percebido o erro do eufórico torcedor carioca-nordestino.
E o Brasil elegeu FHC naquele mesmo ano, para o primeiro dos seus dois mandatos a frente do país. Nunca gostei do FHC, e pelo visto, nunca vou gostar.
Engraçado como lembramos destas coisas. Lembro que quando criança adorávamos ficar reunidos, em família, quando a luz elétrica acabava. Fazíamos isso muito quando íamos passar o final de semana na casa de um casal de amigos dos meus pais em Niterói. Sem luz, todos reunidos, contávamos piadas, ríamos, conversávamos. Hoje em dia, chego em casa morto e quase nem dou boa noite ao meu irmão que mora comigo.
O que uma tem a ver com a outra? Copa do Mundo (FHC, “treta” e primeiro porre) e meus finais de semana em família e sem luz? Pois bem, meu pai é a referência que tenho dessas coisas todas, ele falava de política e de sexualidade com uma naturalidade ímpar. Falava o necessário, mas se expressava o suficiente para que entendêssemos um simples piscar de olhos dele. Meu pai morreu há 16 anos, eu tinha 12. Trabalhei desde então para ajudar em casa.
Imagino o que os pais de hoje em dia conversam com seus filhos. Não sei por que não tenho pai em casa, nem tão pouco, filho. Mas espero muito que falem de política, de futebol, que expliquem o que o Lula fez (Não esquecendo do FHC e toda a sua turma), fale do primeiro porre, não seja hipócritas quando se referirem ao sexo (meu pai nunca foi) e que abracem mais seus filhos, e dêem menos tênis de marca, celulares ultra modernos e que, quando forem viajar, levem sues filhos para conhecer museus, monumentos históricos, e não só comprem MC Donald’s para os futuramente obesos – desculpe o humor negro, mas é a realidade!
Meu pai não era santo e às vezes, era muito limitado nos seus pensamentos e ponderações. Mas em suma, era um pai bacana e presente. Dever cumprido, sabe como?
Escrito por Marcinho às 11h59
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O que eu ia escrever mesmo?
O país inteiro discutiu recentemente um certo documentário, antes cult, agora pop, que retratava o cotidiano de meninos e meninas carentes envolvidos no tráfico de drogas das grandes cidades brasileiras. - Que me perdoem o bairrismo, não se trata só do Rio de janeiro – Até que enfim mostrou-se que nem só a capital ex-maravilhosa brasileira é reduto do tráfico.
Qual seria a minha intenção em escrever sobre isso mesmo, hein? Enfim!
Ponto para MV Bill, e muitos outros para o Fantástico que mostrou o documentário, tudo bem que o Faustão cagou no assunto ao levar o único sobrevivente no programa “trash” dele – Mas surtiu efeito, muita gente descobriu que o tráfico de drogas não é só tema para filme do Fernando Meirelles. E mais que isso, muitas crianças se matam em pouco tempo de trabalho – E olha que nem é do estresse que algumas carreiras lícitas causam aos seus novos profissionais sedentos pelo reconhecimento profissional.
O Brasil está pasmo com ele mesmo. Mas ninguém faz nada. Tem até deputada que dança no Congresso... Podre esse fato! Mas fazer o que, O Palocci é ouvido em casa pela Polícia Federal... E o caseiro, hein?
Arrasa!
Muita coisa me deixa nervoso, até porque fiz uma prova ontem de História da Arte, obras de arte são chatas demais, mesmo quando se estuda o motivo delas serem consideradas obras de arte – Minha professora é um encanto, mas confesso que a matéria é chata! O que eu queria escrever mesmo?
O telefone não pára de tocar, estou com fobia de telefone. Sem contar que estou tentando escrever e não consigo terminar o texto. Minhas pautas. Nossa, tenho duas para entregar hoje. Percebi que o que antes eu fazia como algo único, se tornou máquina pesada de escrever frases, entende? Agora tenho que entregar textos, muitos, rapidamente.
E o caseiro, hein? Deve ter entrado numa grana. A secretária do Marcos Valério sumiu. Graças a Deus, mulherzinha chata. Falou, falou... e não disse muita coisa. Sabe quando eu voto de novo no Lula? É nunca! Cara nunca sabe de nada. Vê se vai saber governar?!
Então, o que eu ia escrever mesmo?
Escrito por Marcinho às 10h30
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Por quanto tempo consigo escrever?
Depois de anos escrevendo nada demais, bobeiras afins, coisas sem sentido (ou com sentido limitado aos meus), resolvi retornar à difícil tarefa de escrever qualquer coisa, a qualquer momento, como se fosse algum flash televisivo sem sentido, dando informação ou informação alguma.
Como diria o verso da canção que embala o romance dos protagonistas do filme “A Máquina”, que eu não vi, “Se avexe não, que amanhã tudo pode acontecer, inclusive nada!”, posso retornar a escrever, e bem, como posso desistir após a primeira “teclada”.
Como um rapaz de quase 28 anos, que não sabe dirigir, não sabe cozinhar (Mas faço um bolo daqueles de massa pré-pronta que fica “comível”), não sabe lavar roupa, nem ligar o DVD, não viajou para fora do país e nem tão pouco, se casou, pode escrever algo prático e relevante? E olha que nem citei filhos, nem em sonho – Eles fazem barulho (Humor negro terrível o meu).
Uma vida repleta de tentativas, um bocado de expressões copiadas e um montão de perguntas sem respostas. Pois então é este o meu portifólio que apresento a mim mesmo, para me forçar a escrever sobre o que vejo, sinto e leio – Ah, sim. Leio bastante.
Não gosto da banda Calypso. E se você quiser saber o motivo, eu te direi que uma banda que é envolvida na polêmica de um suposto bebê recém-nascido com três olhos, bigode, dentes e que fala mal da própria referência atual do Pará, não pode ser levada a sério. Não se situou no assunto em questão? Pois então nem tente, é tão absurdo que nem vale a pena.
Big Brother Brasil tem alguma função na Tv atualmente? Antes era divertido ver as brigas, mas na última edição todos quiseram ser algum ex-participante bem sucedido. Vai me dizer que a Mariana não tem um que de Graziela misturada com Manuela (A do Thirso)?
Muitas situações engraçadas que gostaria de escrever, mas sinceramente? Eu se fosse você não leria nada! Vai perder seu tempo, ah falei.
Mas se quiser ler, sinta-se à vontade – Mas eu avisei!
Escrito por Marcinho às 13h18
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